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Tempera com Sol

Tempera com Sol

O desperdício do queijo e a oportunidade de poupar

27.02.21, Tempera com Sol

Olhem bem para este queijo! Seriam capazes de o comer? Eu seria, foi por isso que o comprei! 

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Salvei comida do lixo e poupei 1,22€ (no caso, 25% do valor inicial)! Sabem porque esta poupança? Aproximação do fim do prazo de validade!

 

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Já aqui falei deste tema, mas nunca é demais lembrar. Se repararem bem nas fotos, a data de validade original do queijo é de 12/07/2021, só que o mesmo foi cortado para venda em pedaços. Penso que este tipo de venda estará regulado e não é permitido que permaneça muito tempo à disposição. Por isso, foi embalado em 29/01 e deveria ser “consumido” (o que, neste caso, quer dizer “vendido”) até 04/02. Comprei em 03/02 e ainda ontem (22 dias após o fim daquele prazo) comi! Estava, e está, em excelentes condições: aparência, aroma, paladar!

Já sei o que estão a pensar: “Ah e tal, poupaste agora, mas vais deitar fora depois, porque não consegues comer todo enquanto está com boa qualidade.” Desenganem-se! Descobri sozinha, e muito inspirada numa amiga querida, que posso congelar vários tipos de queijo com enorme sucesso. E este, em causa, já experimentei! Corto em pequenas doses e congelo.

O queijo que mais frequentemente congelo é a mozzarela fresca. Habitualmente tem prazo de validade curto e, se me distraio, chega rapidamente ao fim. Congelo inteira, ainda dentro da embalagem, ou em metades. E, quando preciso, é só tirar um pouco mais cedo e deixar à temperatura ambiente. Também já testei com o flamengo, em pedaços ou em fatias, queijo fresco para barrar, gouda, edam, emental, brie,…

Da mesma forma, congelo manteiga. Gosto muito de um pãozinho quente ou torrada com manteiga, mas come-se poucas vezes cá em casa. Para não estragar, mal compro, corto a manteiga dura em unidoses e congelo. Depois só tiro o que preciso. Resultado? Aprovadíssimo!