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Tempera com Sol

Tempera com Sol

One pot pasta: variações preguiçosas de massa com atum

07.07.20, Tempera com Sol

A técnica de one pot pasta encaixa na perfeição com os meus ideais na cozinha. É tudo muito mais rápido, mais simples, mais rico e nutritivo, reduz o desperdício e, ainda assim, mantém o sabor!

Quando há uns anos descobri esta técnica no blog do casalmisterio,  parecia que estava a viver o maior sonho de um cozinheiro amador, sem tempo para cozinhar. Para mim, tornou-se na solução preferível para uma refeição rápida e improvisada. 

Embora não tenha sentido dificuldade em pôr este plano em marcha, a melhor e mais pormenorizada descrição que já encontrei, está neste passo a passo do Pingo Doce, que pode ser uma preciosa ajuda para quem quer iniciar-se nesta aventura.

Faço com frequência as minhas massas one pot, mas tenho dificuldade em fornecer quantidades precisas, pois faço tudo "a olho".  Se quiser bons exemplos de receitas, para além dos já referidos, deixo aqui alguns, dos blogs laranjalimanutrição, greendelights e nacadeiradapapa.

Mais tarde, descobri também no casal mistério uma receita que se intitulava "a lasanha mais fácil que já viu (e só suja uma panela)". O título seduziu-me de imediato, pois adoro lasanha e detesto a trabalheira que dá! (Dava!) Ainda pouco crédula, experimentei, mas fiz uma das minhas adaptações, substituíndo o bacon por azeite. Adorei e fiquei fã! A partir daí, já fiz variações vegetarianas (soja, lentilha, cogumelos), de peixes (vários, sem peles nem espinhas), assim como de outras carnes picadas. Vegetarianas ou não, as minhas versões levam sempre um pouco de outros legumes, como alho francês, espinafres e cogumelos.

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Para terminar, não posso deixar de falar naquilo a que eu gosto de chamar de variações da técnica one pot pasta: one-pot-quase-tudo (one pot arroz,  one pot bulgur, one pot trigo sarraceno, etc.). Pratos que facilitam o dia a dia, porque numa só panela pode juntar as proteínas, os legumes e os hidratos de carbono. Estes pratos podem não ter a melhor apresentação do mundo, mas que são super práticos, super saborosos e super nutritivos, ninguém pode negar!

Prometo em breve publicar algumas versões destas receitas.

Dica 1: Quando ainda há menos tempo para a confeção, as melhores proteínas são os enlatados como o atum, cavala e sardinha ou mesmo as versões vegetarianas (feijão, lentilhas, grão já cozidos). Recorrer a legumes congelados e depois é só juntar a massa, temperos e água.

Dica 2: Uso sempre legumes, que devem ser cortados em tamanhos variados, conforme a rapidez de cozedura, pois esta técnica implica que tudo vai cozinhar apenas durante o tempo que a massa necessita.

Dica 3: O mesmo acontece com as proteínas. Os peixes (lombos, medalhões, filetes, tudo sem peles e espinhas) em geral, cozem rápido e têm tendência a desfazerem-se, pelo que é preciso cuidado ao mexer. O marisco também não oferece grandes problemas. Na carne, o melhor é optar pelas mais rápidas a cozinhar, como os peitos de perú e de frango.

Dica 4:  Esta também é uma ótima forma de utilizar restos de proteína, como frango assado desfiado ou mesmo peixe. Nestes casos, pode juntar a proteína já quase no final da cozedura, só para absorver os sabores.

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